O governo de Lula decidiu elevar em até 7,2% o imposto de importação sobre cerca de mil produtos considerados essenciais de smartphones a máquinas industriais e reacendeu o debate sobre os rumos da política econômica em Brasil.
Aumento de até 7,2% no imposto de importação sobre mil produtos , smartphones a máquinas industriais é o mais puro confisco disfarçado de patriotismo. Brasília transfere o rombo fiscal para o bolso do trabalhador, enquanto a “indústria nacional” ri por último: mais cara, mais fraca, mais obsoleta.
Retórica Vazia, Bolso Cheio de Buracos
Autonomia tecnológica? Proteção estratégica? Uma medida reciclada dos anos 70. O Brasil já carrega a tarifa mais asfixiante do planeta sobre importados, e o governo responde com mais veneno tributário. Sem um pingo de investimento em pesquisa, portos decentes, isso não é política industrial. É sabotagem deliberada da economia um decreto preguiçoso que esmaga o crescimento em nome de uma elite industrial rentista e um palanque eleitoral descarado.
Empresas Sufocadas: O Tiro no Pé que Virou Metralhadora
Imagine uma fábrica precisando de equipamentos modernos para sobreviver. Juros estratosféricos já a asfixiam, e agora o governo encarece os insumos em 7,2%. Resultado? Projetos engavetados, demissões em massa, inovação zero. A “indústria nacional” que eles juram proteger vira múmia: dependente de peças caras, incapaz de competir com China ou Índia. Ironia? É genocídio produtivo batizado de soberania.
O Contribuinte: Vítima Sacrificial do Desgoverno
No supermercado da vida real, o celular sobe 10%, o PC da família vira luxo, o pequeno lojista quebra. Inflação teimosa, salário derretendo e o Planalto decide que você paga a conta de uma ideologia falida. Sem plebiscito, sem debate: só o decreto caindo como marreta no lombo de quem menos pode. Isso é justiça social? É roubo qualificado.
Números Não Mentem, Políticos Sim
A história brasileira é um cemitério de protecionismos burros: barreiras que criaram monopólios ineficientes, sem um mísero avanço em produtividade. Os próximos balanços vão gritar: queda no PIB industrial, inflação galopante, desemprego recorde. O governo prometeu “desenvolvimento “? Entregou endividamento crônico.
O “circo” pode até render aplausos no palanque, mas na vida real significa investimento abortado, consumo retraído e empregos evaporando. A conta, como sempre, não chega aos gabinetes climatizados nem aos discursos ensaiados; chega ao contracheque, ao caixa do pequeno empresário, à prestação que já não fecha.
Enquanto isso, o país acumula decisões que punem eficiência e premiam dependência. Não é estratégia de desenvolvimento é miopia elevada à categoria de plano econômico. E, degrau por degrau, o Brasil vai trocando ambição por acomodação, crescimento por retórica, futuro por remendo fiscal. O pais vai quebrando aos poucos endividando tudo e todos.
O governo Lula aumentou ou criou impostos pelo menos 24 vezes desde que começou, em janeiro de 2023.
2023
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PIS/Cofins: reoneração (alíquotas integrais restabelecidas).
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IR – Fundos exclusivos e offshore: 15% (longo prazo) e 20% (curto prazo).
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IPI (armas de fogo): de 29% para 55%.
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IPI (munições): de 13% para 25%.
2024
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PIS/Cofins (combustíveis): retomada da cobrança integral.
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Taxação de compras internacionais (“blusinhas”): 20%.
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Tributação mínima de multinacionais: 15%.
2025
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Bets: 12% (elevado para 18%).
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Reoneração da folha: de 1% a 4,5%, retornando a 20% até 2028.
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IOF (cartões internacionais): de 3,38% para 3,5%.
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IOF (compra de moeda em espécie): de 1,1% para 3,5%.
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IOF (crédito empresas): de 0,0041% para 0,0082% ao dia + 0,38% fixa.
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IOF (VGBL/seguro de vida): 5%.
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IOF (FIDC): 0,38%.
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IR (LCI, LCA, CRI, CRA): 5%.
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CSLL (instituições financeiras e seguros): de 9% para 15%.
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JCP: de 15% para 20% (a partir de 2026).
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IR sobre criptoativos: 17,5%.















