Empresária classifica associações como “fantasiosas” e afirma regularidade da empresa.
Em pronunciamento técnico, proprietária da construtora justifica paralisação por apontamentos do TCU e reafirma regularidade junto ao CREA.
A empresária Aglai Fernanda Cruz, titular da Aglas Infraestrutura, divulgou esclarecimentos oficiais sobre a participação da empresa nas obras de extensão da Avenida Litorânea. O posicionamento foca em dois pilares: a fundamentação legal da paralisação dos serviços e a contestação de informações sobre a natureza societária da companhia.
Diferente das narrativas de abandono de canteiro, a interrupção das atividades decorreu de um distrato contratual. Segundo Aglai, a medida foi motivada por apontamentos do Tribunal de Contas da União (TCU). A empresária assegurou que todos os questionamentos dos órgãos de controle foram respondidos formalmente, seguindo os ritos institucionais de fiscalização.
A construtora mantém registro ativo no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), requisito indispensável para a execução de obras de engenharia civil. Este registro submete a empresa à fiscalização técnica rigorosa e valida sua responsabilidade profissional em contratos públicos e privados.
Aglai classificou como “fantasiosa” a associação da Aglas a empreendimentos do ramo de maquiagem ou estética. De acordo com a proprietária:
Não existe vínculo: Inexistência de relação societária, operacional ou financeira com tais segmentos.
A extensão da Litorânea permanece sob monitoramento de órgãos de controle devido à sua magnitude. O depoimento da proprietária insere dados técnicos no debate, contrapondo-se às interpretações políticas que cercam o projeto. A documentação apresentada pela Aglas agora integra o conjunto de informações sob análise da administração pública.















