Chapa reúne parlamentares experientes, novas lideranças e amplia a concorrência por vagas em uma das eleições mais disputadas da história recente do Maranhão.
Com a homologação de sua chapa para deputado estadual, o MDB entra oficialmente na corrida eleitoral exibindo uma nominata que reúne experiência política, renovação e forte capilaridade regional. A composição do partido, entretanto, revela um cenário de elevada competitividade interna, no qual a disputa por espaço tende a ser tão intensa quanto o embate entre as legendas adversárias.
A relação previa inicial homologada pelo MDB reúne
- Weyklen Coelho Teixeira – 15555
- Ricardo José Sá de Arruda – 15000
- Daniella Jadão Meneses – 15258
- Antonio Pereira Filho – 15333
- Francisco Nagib Buzar – 15151
- Raimundo Florencio Monteiro Neto – 15222
- Davi Brandão Farias – 15789
- Glabert Nascimento Cutrim – 15123
- Claudia Fabiana Vieira Silva – 15100
- Abigail Cunha de Almeida Sousa – 15200
- Antonio Arnaldo Alves de Melo – 15111
- Osmar Gomes dos Santos Filho – 15456
- Ariston Ribeiro de Sousa – 15233
- José Arimatea Lima Neto Evangelista – 15678
- Tiago José Mendes Fernandes – 15999
- Vanessa Alves de Souza Filgueira – 15444
- Yuri Arruda Milhomem – 15777
- Gleydson Resende da Silva – 15700
- Guilherme Fonseca Paz – 15888
- José de Ribamar Castro Viana Junior – 15321
- Bruna Portela Teles Pessoa – 15800
- Rui Fernandes Ribeiro Neto – 15345
- Tulio Martins Rezende – 15015
- Sebastião Torres Madeira – 15455
- Natassia Weba Cutrim – 15020
- Jose Carlos Costa Araujo Junior – 15300
- Ivo Rezende Aragão – 15400
- Ausilene Pacheco Pimentel Barros – 15666
- Iraneide de Albuquerque Carvalho – 15656
Entre esses nomes estão diversos deputados em exercício que buscam renovar seus mandatos, além de lideranças que chegam com expressiva densidade eleitoral em diferentes regiões do estado. O resultado é uma chapa robusta, capaz de ampliar a votação global do partido, mas que também impõe uma disputa interna extremamente acirrada.
A ausência de Iracema Vale na eleição proporcional altera significativamente a dinâmica da legenda. Sem uma candidatura de grande concentração de votos, o eleitorado tende a ser distribuído entre os demais postulantes, elevando o grau de incerteza sobre quem conseguirá converter capital político em mandato.
Outro fator estratégico é o número de candidatos. Embora a legislação permita uma nominata maior, o MDB optou por uma composição mais enxuta, concentrando nomes considerados competitivos. A decisão reduz a dispersão de votos, mas aumenta a pressão individual sobre cada candidato, que precisará ampliar sua presença regional e consolidar bases eleitorais para garantir desempenho suficiente.
Nos bastidores, a avaliação predominante é que o partido possui potencial para formar uma das maiores bancadas da Assembleia Legislativa. No entanto, esse resultado dependerá menos da força isolada de um ou outro candidato e mais da capacidade da legenda de distribuir sua votação de forma equilibrada.
A campanha de 2026, portanto, deverá transformar o MDB em um dos principais polos de atenção da política maranhense. Com lideranças tradicionais, novos protagonistas e uma nominata altamente competitiva, a legenda inicia a disputa sabendo que a batalha decisiva ocorrerá não apenas nas urnas, mas também na delicada engenharia eleitoral necessária para transformar votos em cadeiras na Assembleia Legislativa















