Mobilização atribuída a lideranças da categoria envolve reivindicações sobre diesel, frete e custos operacionais, mas paralisação nacional ainda não está confirmada.
Uma possível greve dos caminhoneiros, prevista para 5 de novembro, acendeu o alerta no setor de transporte e levantou preocupações sobre o abastecimento no país.
A mobilização está relacionada à insatisfação dos transportadores com o preço do diesel, os custos de manutenção dos veículos e o descumprimento do piso mínimo do frete. Entre as lideranças associadas ao movimento está Wallace Landim, conhecido como Chorão, presidente da Abrava.
Uma paralisação de grande adesão poderá comprometer o transporte de alimentos, combustíveis, medicamentos e produtos industriais, com reflexos no comércio e nos preços.
Apesar da repercussão, ainda não há confirmação independente de uma greve nacional oficialmente organizada para a data. O cenário permanece indefinido, enquanto a categoria aguarda novos posicionamentos de suas lideranças.
Entre os motivos associados à possível mobilização estão:
– Aumento do preço do óleo diesel.
– Defasagem dos valores pagos pelo frete.
– Cumprimento do piso mínimo do frete.
– Elevação dos custos de manutenção dos caminhões.
– Dificuldades financeiras enfrentadas pelos transportadores autônomos.
A insatisfação com o cumprimento do piso mínimo do frete já foi reconhecida publicamente pela CNTA em manifestação oficial de março de 2026.
CNTA
O que pode acontecer se a greve for confirmada?
Uma paralisação com grande adesão poderá provocar:
– Filas em postos de combustíveis.
– Dificuldades no abastecimento de supermercados.
– Atrasos no transporte de alimentos e medicamentos.
– Interrupções no transporte de cargas e insumos agrícolas.
– Pressão sobre os preços de produtos e serviços.
















